É através do uniforme hospitalar e de outros equipamentos de segurança que se evita a contaminação por vírus, bactérias e impurezas presentes no cotidiano dos ambientes de saúde.
Cuidados
Os jalecos e demais EPIs não podem ser usados fora do ambiente hospitalar. Os maiores riscos para os pacientes são a contaminação cruzada e as infecções hospitalares causadas por agentes externos. Elas podem ser trazidas da rua e restaurantes frequentados pelos profissionais, por exemplo.
O jaleco deve permanecer devidamente fechado durante o horário de trabalho, além de evitar colocar objetos no bolso do traje, já que também podem ser vetores de contaminação. Ademais, utilizar todos os outros itens de proteção individual, como luvas e máscaras.
Lavagem e Transporte dos Uniformes Hospitalares
A lavagem deve ser feita diariamente e sem contato com outras peças. É preciso ainda esterilizá-las em solução de hipoclorito, antes mesmo de fazer a lavagem, por cerca de uma hora. Depois do procedimento pode ser feita a lavagem normal.
Alvejante para a roupa voltar ao tom normal pode ser adicionado, já que o hipoclorito pode tornar as peças amareladas. As peças devem ser embaladas no saco com zíper novamente para o transporte quando estiverem secas.
Unidade de processamento de roupa
Hospitais e clínicas normalmente têm convênio com empresas terceirizadas para fazer a correta lavagem e assepsia não apenas dos uniformes profissionais mas ainda de lençóis e outros tecidos utilizados no meio hospitalar passíveis de contaminação. A ANVISA é o órgão que regulamenta essa atividade.
Processo de limpeza do uniforme hospitalar:
- Retirada da roupa suja da unidade geradora e seu acondicionamento;
- Coleta e transporte da roupa suja até a unidade de processamento;
- Recebimento, pesagem, separação e classificação da roupa suja;
- Processo de lavagem da roupa suja;
- Centrifugação;
- Secagem, calandragem ou prensagem ou passadoria da roupa limpa;
- Separação, dobra, embalagem da roupa limpa;
- Armazenamento, transporte e distribuição da roupa limpa.